“Para
mim, ser escritor é reconhecer as feridas secretas que carregamos, tão
secretas que mal temos consciência delas, e explorá-las com paciência,
conhecê-las melhor, iluminá-las, apoderar-nos dessas dores e feridas e
transformá-las em parte consciente do nosso espírito e da nossa
literatura.”
Orhan Pamuk, em A Maleta do Meu Pai (Cia. das Letras).
11110000101010101010101010001000100000001010101011110000110000001111111111001100110000001100110011000000110000001010000011110000
|